As mulheres trans são as que se encontram mais vulneráveis à violência. O Brasil é o país com maior taxa de transfeminicídio do mundo, com a expectativa de vida de 35 anos para a população trans em geral. Frequentemente, são relegadas à prostituição por não conseguirem se inserir no mercado de trabalho devido à discriminação. Por isso defendemos uma Lei de Emergência também contra o transfeminicídio.

Lutamos pela garantia imediata de vagas para a população trans e LGBT em cursos técnicos, superiores, profissionalizantes e para terminar os estudos de nível fundamental e médio nos casos em que não puderam concluir. Por bolsas de estudo para garantir o sustento e jornadas de trabalho reduzidas.

Pelo direito da população trans mudar seu nome – não apenas o nome social, mas a mudança efetiva – a seu critério, sem necessidade de nenhum tipo de aval psicológico ou médico. Pelo direito ao uso dos banheiros públicos sem possibilidade de constrangimentos às pessoas trans. Pela legalização do matrimônio igualitário e da adoção de crianças por casais homossexuais.

Pela livre identidade de gênero. Pelo acesso pleno aos serviços de saúde e capacitação dos profissionais para atender às necessidades da população trans; ampliação dos serviços de cirurgia de transgenitalização realizados pelo SUS para acabar com as filas intermináveis que inviabilizam o procedimento para quem não disponha de dinheiro; por disponibilização de tratamento hormonal seguro e gratuito nos postos de saúde com acompanhamento médico adequado e capacitado.

Em defesa da população LGBT